Mas se esse uso de frequência tem sido usado a tanto tempo, porque agora ele se tornou realmente preocupante? Porque hoje a música está em todo lugar, nos celulares a um clique na internet, nos mp3 players, etc. Qualquer pessoa com acesso à internet pode ter em questão de minutos, dependendo da velocidade de conexão, centenas, milhares de músicas digitais. E estamos fazendo uso dessas músicas durante boa parte do dia, quase que de forma automática: enquanto nos deslocamos, trabalhando, durante exercícios físicos, etc. Atualmente, um dos autores que mais defendem a tese de que a frequência de 440 Hz é mesma nocivo aos seres humanos é o Dr. Leonard G. Horowitz, pós-graduado na Universidade de Haward e considerado autoridade internacional em comportamento, saúde pública e cura natural. Horowitz é especializado em persuasão da mídia, educação em saúde, cineasta e autor de 16 livros. Horowitz alerta que essa faixa de frequência associada a exposição contínua, reduzem a capacidade de relações pessoais-subjetivas das pessoas devido à desarmonia psico-espiritual que elas causam, pois 440 Hz entraria em conflito com os centros humanos de energia (os chamados chakras). Por este motivo, as ondas sonoras em nossas terapias são equalizadas.
Veja a tabela de sentimentos medidos em Hz:
DOR – 0,1 a 2 Hz;
MEDO – 0,2 a 2,2 Hz
RESENTIMENTO – 0,6 a 3,3 Hz
IRRITAÇÃO – de 0,9 a 3,8 Hz;
TRANSTORNO – de 0,6 a 1,9 Hz;
RAIVA – 1,4 Hz;
ORGULHO – 0,8 Hz;
ORGULHO (megalomania) – 3,1 Hz;
ABANDONO – 1,5 Hz;
SUPERIORIDADE – 1,9 Hz;
Agora observe os bons sentimentos:
GENEROSIDADE – 95 Hz;
GRATIDÃO (obrigado) – 45 Hz;
GRATIDÃO DO CORAÇÃO – 140 Hz e mais;
SENTIDO DE UNIDADE COM OUTRAS PESSOAS – 144 Hz e mais;
COMPAIXÃO – 150 Hz e acima (mas a misericórdia é de apenas 3 Hz);